Crise econômica no Brasil afeta o oferecimento de empregos?

A pandemia do coronavírus forçou milhões de brasileiros a entrarem no isolamento social e em algumas cidades, a entrarem no lockdown. Toda essa situação evidenciou a crise econômica no Brasil e um cenário de mercado de trabalho, que já não era tão promissor, está assustando ainda mais os economistas.

Afinal, a crise econômica no Brasil vai realmente afetar a criação de novos empregos? Continue lendo e fique por dentro:

Não é novidade que a crise do coronavírus esteja evidenciando diversos problemas sociais , como o desemprego, por exemplo. Mas vale mencionar que, no país, o cenário do mercado de trabalho antes da pandemia já preocupada especialistas da economia.

De acordo com previsões realizadas por pesquisas recentes, 25 milhões de brasileiros ainda virão a perder seus empregos por causa da nova crise econômica. E os cidadãos têm se questionado quanto as promessas de criação de novos empregos.

Bem, é preciso entender que será praticamente impossível para qualquer país, passar pela pandemia sem nenhuma sequela econômica e muito menos, social, afinal, o novo cenário mundial afetou todos os setores da nossa vida.

Grande parte dos concursos previstos para 2020, por exemplo, já chegaram a ser adiados. Mas de acordo com as instituições responsáveis, haverão novos concursos em 2021que estarão preenchendo as vagas para os diversos cargos já anunciados.

Concursos para prefeitura, para a polícia federal e militar, para as instituições, entre outros que iriam acontecer em março desse ano foram suspensos e ainda não existe uma previsão para novas datas, por isso, espera-se que venham ser realizados no próximo ano.

Além das vagas de cargo público, que estariam sendo responsáveis por gerar novos empregos para os trabalhadores brasileiros, existem também as vagas relacionadas a empresas privadas.

E neste ponto, é interessante evidenciar o cenário atual para o mercado de trabalho. Como mencionado, milhões de brasileiros já perderam o emprego e outros milhões ainda vão perder, e essa observação é bastante preocupante para a qualidade de vida dos cidadãos e para a própria economia.

Um outro percentual de trabalhadores se encontra agora com carga de trabalho reduzida ou com o contrato de vínculo empregatício suspenso. E pensando nessas informações, é difícil projetar um percentual positivo para a criação de novos empregos.

O que pode-se aguardar é que com a categoria de trabalhadores se reinventando para garantir a sua renda mensal, novas opções de serviço possam emergir da crise, a fim de evitar um cenário caótico de pobreza e desemprego para o Brasil.

Como pedir o seguro-desemprego em meio à pandemia

A pandemia do coronavírus evidenciou um dos maiores problemas sociais do Brasil: o desemprego. De acordo com pesquisas realizadas recentemente, durante este período, mais de 25 milhões de brasileiros entrarão para a lista de desempregados. E nesse cenário preocupante, o trabalhador pode estar se perguntando como ele pode solicitar o auxílio do seguro-desemprego. Saiba como a seguir:

O trabalhador brasileiro é regido por alguns direitos que proporcionam segurança financeira para a sua prestação de serviços e um deles é o seguro desemprego. Esse recurso é pago entre 3 e 5 parcelas, vindo a depender diretamente do tempo de trabalho do cidadão. Por exemplo:

  • Para receber 3 parcelas, é necessário ter, pelo menos, 9 meses de carteira assinada;
  • Para receber 4 parcelas, é necessário ter, pelo menos, 12 meses de carteira assinada;
  • Para receber 5 parcelas, é necessário ter, pelo menos, 24 meses de carteira assinada.

Uma outra informação importante sobre o seguro desemprego é que, além do tempo de serviço, para ter acesso ao auxílio o beneficiário precisa ter sido dispensado de seu cargo sem a apresentação de justa causa.

Entretanto, com a recorrente crise do coronavírus, um dos benefícios mais importantes para o trabalhador brasileiro precisou passar por algumas mudanças, assim como a própria categoria de serviço como é o caso da redução do salário e da jornada durante crise do coronavírus.

Essas medidas visam evitar um colapso econômico por conta do desemprego causado pela pandemia e por isso, facilitar o acesso ao seguro desemprego e diminuir a carga horária de serviço se tornaram opções facilitadas.

E como posso solicitar o seguro desemprego durante a pandemia?

Quem acabou perdendo o emprego durante a crise do coronavírus se depara também todas as agências do trabalho de todos os estados fechadas. Então como pedir o seu auxílio?

Se você se encontra nessa situação, é bom ficar sabendo que é possível fazer a solicitação do seu benefício através de meios eletrônicos. Essa requerimento pode ser feito de duas formas:

  • Através do site www.gov.br;
  • Através do aplicativo Carteira de Trabalho Digital, disponível para Android e IOS.

Realizar a solicitação é simples e as próprias plataformas já dão as instruções de como proceder e preencher os campos obrigatórios. Vale lembrar que o pedido precisa ser realizado de 7 a 120 dias após a demissão formal.

O benefício será pago pela Caixa Econômica Federal, que já garantiu aos trabalhadores que não possuem conta na instituição financeira e não possuem o Cartão Cidadão que o valor será entregue de forma facilitada.

Fonte: segurodesemprego2020.com.br

Confira programas do Governo para combater o desemprego

Não é novidade para o trabalhador brasileiro o latente percentual de desempregados no país e este é um número que assombra toda a população. Por isso, foi necessário que o Governo passasse a investir mais em outras soluções que pudessem estar movimentando esse mercado. Veja a seguir programas do Governo atual para combater o desemprego no país:

O ano de 2020 começou com muitas mudanças, desde cortes de verbas, extinção de programas educacionais e até aumento no número de famílias que passaram a usar o Bolsa Família. E essa situação fica ainda mais evidente quando consideramos o número de desempregados no país atualmente.

Antes, tudo que o funcionário que havia sido dispensado de seu cargo sem justa causa poderia fazer era dar entrada no seguro desemprego e aguardar uma nova oportunidade de atuar em sua área ou em qualquer área que estivesse disponibilizando vagas.

Mas algumas mudanças no Governo Bolsonaro visam modificar esse cenário de auxílio para que o trabalhador volte a atuar em menos tempo. Por isso, foi lançado um novo programa, no qual o objetivo principal é gerar mais empregos.

Estamos falando do programa Verde e Amarelo, uma proposta que surgiu no último ano e está prevista para acontecer, trazendo bons resultados para os brasileiros.

De acordo com o próprio Presidente Jair Bolsonaro, um dos maiores problemas do desemprego no país é a quantidade de direitos que o brasileiro tem e para ele, reduzir esses direitos equivale a gerar mais empregos.

O foco do programa está voltado para os jovens entre 18 e 29 anos que ainda não possuem registro na CLT. No caso, será uma categoria de serviço diferenciado com algumas limitações, como por exemplo a remuneração máxima de 1,5 salário mínimo.

E vale mencionar que essa categoria de emprego será possível através da taxa de combrança do INSS sobre o seguro desemprego, mencionado no começo desse texto.

Mas além do programa Verde e Amarelo, que já levantou muitos questionamentos entre os brasileiros, O Governo está lançando também uma atualização do programa Pronatec, que passará a se chamar Novos Caminhos.

Na verdade, não se trata de um programa que agirá diretamente no mercado de trabalho contra o desemprego, mas que estará tentando modificar as bases educacionais, reaproveitando melhor o vínculo com as instituições do Sistema S de ensino.

Ambos os programas mencionados estarão ganhando forma durante o ano de 2020, portanto, os brasileiros devem estar atentos as novidades que virão por ai!

Trabalhar como CLT ou Autônomo? Conheça as vantagens para cada opção

O trabalho de carteira assinada passou a ficar cada vez menos interessante para o brasileiro, devido a remuneração baixa e da carga horária exaustiva. Por essas e outras razões, o trabalho de autônomo cresceu bastante e o brasileiro está ficando indeciso entre as duas opções mencionados.

Afinal, o que é mais viável para a sua situação: trabalhar pela CLT ou como trabalhador autônomo? Descubra a seguir conferindo as vantagens para cada uma dessas opções:

CLT

FGTS

Vamos começar falando de quem trabalha com a carteira assinada. Pesar da reforma trabalhista e da grande dificuldade imposta pela complicação e perda de alguns direitos, a CLT ainda promove direitos bem importantes para o brasileiro. Um deles é o saque do depósito  proporcionado pelo FGTS 2020.

O Fundo de Garantia por Tempo de Serviço funciona como uma conta inacessível que pode ser liberado quando o funcionário é demitido sem apresentação de justa causa ou quando o Governo libera um determinado valor para movimentar a economia.

Abono Salarial

Um outro direito muito importante para o trabalhador é o saque do abono salarial pago através do Programa de Integração Social., o PIS. Para ter acesso ao recurso, o trabalhador precisa completar 5 anos após a primeira assinatura na carteira e ter trabalho, pelo menos 30 dias no último ano.

O valor do PIS é proporcional ao tempo de serviço e pode chegar a até um salário mínimo vigente dependendo das regras. Esse recurso é exclusivo do trabalhador formal, ou seja, que trabalha através da carteira assinada.

Autônomo

Taxas e descontos

Apesar do trabalhador autônomo ter menos acesso aos direitos trabalhistas, existe uma grande vantagem em relação a esse serviço que é a falta de aplicação de taxas e consequentemente, a impossibilidade de descontos proporcionados por esses serviços.

Assim, o que o trabalhador produz vem a receber menos descontos por intermédio de juros e taxas, isto dependendo de cada tipo de serviço. Por isso, muita gente tem preferido optar pela área a fim de controlar melhor o seu dinheiro,

Flexibilidade de horário

Como no serviço autônomo, o trabalhador não tem obrigatoriamente que cumprir com determinada carga horária diária da empresa, este tem mais facilidade para impor seus próprias horários assim como tem maior possibilidade de encaixar seus compromissos na agenda semanal.

Assim, pode-se dizer que o trabalhador autônomo faz o seu próprio, o que lhe permite também trabalhar em outros projetos, funções e até empregos, se lhe for interessante.

A importância da inclusão digital na terceira idade

A tecnologia ampliou as possibilidades de comunicação e a acessibilidade a diversos serviços e benefícios que usamos no nosso dia a dia. Toda essa praticidade e modernidade não pode estar somente voltada para um público específico, afinal, é um dos meio mais utilizados atualmente. 

Por essas e outras razões, a inclusão digital da terceira idade é tão importante e para entender melhor esse assunto, recomendamos a leitura a seguir:

Desde o inicio da internet, muitas empresas, negócios locais e órgãos públicos passaram a utilizar a rede para se promover e oferecer praticidade para os seus usuários. Com o tempo, as possibilidades foram se ampliando e é impressionante a quantidade disponíveis de forma online.

O usuário pode pedir comida, sacar dinheiro, fazer transferência bancária, alugar imóveis, compra viagens, se comunicar e muito mais com apenas alguns cliques. Um bom exemplo de todas essas facilidades, é o Meu INSS, um site que permite agendar perícia INSS, verificar contribuições e muito mais!

Esse serviço online é uma das principais justificativas para a constante necessidade da inclusão digital na terceira idade, pois representa um atendimento mais prático e confortável para o idoso. E vale lembrar que o acesso do Meu INSS é somente um exemplo dos serviços ofertados que podem estar beneficiando esse público alvo.

Além desse tipo de atendimento, o usuário também encontra facilidade em declarar o imposto de renda, verificar saldo bancário sem se expor no banco, realizar pagamentos, marcar e desmarcar consultas médicas, pedir táxi ou Uber, entre diversos outros benefícios que tornam a rotina mais simples.

Um outro ponto bem interessante é a comunicação. De acordo com algumas pesquisas populares, os idosos se sentem menos solitários e passam a viver com mais intensidade ao estar inclusos nas redes sociais, já que essa é uma das formas mais práticas de se comunicar nos dias atuais.

Essa também é uma forma dos parentes estarem mais próximos do idoso, podendo se comunicar por chamada de áudio, vídeo ou ligação comum. O fator é um dos principais motivos para o aumento do número de idosos migrando para a internet, mas ainda falta ampliar a acessibilidade para esse público.

A inclusão digital precisa ser avaliada de acordo com o público em questão. Isto porque, a internet não possui o mesmo objetivo para todos os usuários. E vale a pena ressaltar que muitos serviços passaram a ser realizados somente de forma online, como é o caso do agendamento para ser atendido pelo INSS.

Número de idosos que acessam a internet cresceu nos últimos anos

De acordo com pesquisas recentes, o número de idosos acessando a internet cresceu consideravelmente nos últimos anos. Mas o que poderia explicar essa mudança? Bem, existem diversos fatores que contribuem para a migração dos idosos para a rede e você vai entender tudo a seguir. Leia as informações abaixo e fique por dentro:

A internet é um dos meios mais rápidos e eficientes para disseminar uma informação. Além desse fator, é importante mencionar que a a tecnologia e a própria internet são responsáveis por simplificar consideravelmente diversos fatores da nossa vida.

No geral, o número de usuários (de todas as idades) na rede vem crescendo bastante desde 2017. São milhões de acessos por dia e a expectativa é que esse percentual se desenvolva ainda mais.

O que realmente surpreendeu alguns internautas foi a notícia de que os idosos estão se interessando cada vez mais pelos aspectos disponíveis na internet.

Mas o que poderia estar justificando essa aceitação da internet com a terceira idade?

A resposta mais obvia seria a possibilidade de facilitar a sua vida com o uso da internet. Prova dessa afirmação, é quantidade de serviços que passaram a ficar disponíveis através da rede.

Um bom exemplo é o Meu INSSuma plataforma que facilita o acesso para os serviços oferecidos pelo Instituto Nacional do Seguro Social.

Através do sistema, os idosos podem acessar serviços como solicitação de aposentadoria, verificação de benefícios, agendamento para diversos atendimentos e muito mais.

Uma outra possibilidade bem interessante é o aplicativo da Receita Federal para realizar a declaração anual e verificar a sua situação com a receita.

E as opções são muitas, passando pelos serviços do Detran, marcação de consulta através de aplicativo, serviços de conta bancária online, pagamento de contas e muito mais.

Todos esses fatores são importantes para justificar o crescimento dos usuários assim como o do público idoso na internet através de computadores  e celulares.

Mas esse é somente um lado da questão, é importante considerar ainda a sensação de proximidade que a internet proporciona através das mídias sociais.

Os idosos têm utilizado a internet não só para simplificar suas vidas, como para se comunicar, se posicionar nas mídias e estar disponível online.

De acordo com os aplicativos e sites de relacionamento, muitos idosos utilizam os chats para conhecer novas pessoas e até inciar relações interpessoais.

Assim, até o público jovem passa a ser englobado pela geração da internet e pelas facilidades que a rede pode proporcionar para nossas vidas.

A importância dos programas de aprendizagem para o mercado de trabalho

Quando falamos sobre programas que proporcionam fácil acesso a aprendizagem, nem sempre relacionamos diretamente com o mercado de trabalho em si, mas com os problemas sociais enfrentados.

A educação é sim um dos principais objetivos dessas iniciativas, mas você sabia que esses programas também oferecem vantagens para as empresas?

Os programas de incentivo a aprendizagem surgem para reparar alguns problemas sociais em relação a educação. Você sabia que ainda existe um grande número de pessoas que não concluiu o ensino básico?

Para esse público, temos o programa Educação de Jovens e Adultos (EJA), que também o objetivo de concluir o ensino médio em um tempo reduzido.

O que é um ponto significativo para quem precisa contratar esse público alvo, que em pouco tempo, passa a ter pelo menos a base da educação e pode vir a cursar formações posteriores.

Essas formações também são oferecidas por programas educacionais, como é o caso do Pronatec, que dá bolsas para o nível técnico e o Educa Mais Brasil, que oferta bolsas de descontos nos mais variados níveis.

De acordo com algumas empresas, na maioria das vezes as vagas de emprego deixam de ser preenchidas, pois os candidatos não possuem qualificação equivalente.

Ou seja, os benefícios que os programas de incentivo a aprendizagem são muitos e podem ser aplicados tanto para empregado, que possui mais chances de conseguir um emprego confortável e para o empregador, que passa a ter a sua disposição profissionais capacitados.

Uma outra proposta são os programas que combinam ensino teórico com o ensino prático e ainda permitem a oportunidade de conseguir o primeiro emprego.

Estamos falando dos programa Jovem Aprendiz, uma das propostas que mais deram certo para os jovens brasileiros. Os interessados podem participar das inscrições para o Jovem Aprendiz quando as empresas lançarem o edital.

O programa surgiu a partir do déficit de experiência que os funcionários de primeira viagem obviamente encontram. Por isso, foi necessária a criação de uma proposta que pudesse englobar esse público jovem, entre 14 e 24 anos.

Essa é uma categoria diferente de serviço, que possui vínculo empregatício mas permite uma carga horária máxima mais flexível para os jovens.

Além disso, a categoria de emprego custa bem menos para as empresas, já que o Jovem Aprendiz ganha em média R$600 e dispõe de taxas diferenciadas que se encaixam na sua remuneração.

iFood vs Rappi: Qual o melhor aplicativo de entregas?

As opções de aplicativos de Delivery chegaram com tudo no Brasil, hoje é possível comprar comida, itens de supermercado, remédios ou qualquer outra coisa sem sair de casa. Os aplicativos estão disponíveis para todos que esperam praticidade e comodidade..

Há quem prefira a diversidade na forma de pagamento e cupons promocionais na compra de comida. Como também, há aqueles que não queiram pedir apenas comidas, e talvez precise de outro item. Essas definições diferenciam bem o aplicativo de delivery iFood e o Rappe. Mas entre os dois, qual o melhor aplicativo de entrega?

IFood

Considerado o maior aplicativo de delivery de comida no Brasil, o iFood está disponível em diversas capitais do Brasil com uma vasta opção de restaurantes e diversos tipos de comidas.

Além das variadas formas de pagamento como cartão de crédito, cartão de débito, PayPal, vale refeição e dinheiro, o aplicativo ainda oferece cupons de desconto tanto para clientes novos, quanto para os usuários mais antigos.

As tarifas de entregas variam de acordo com a localização do estabelecimento onde foi pedido, mas ainda assim, é possível encontrar alguns restaurantes com isenção de taxa de entrega. No aplicativo IFood telefone ainda é possível solucionar algumas dúvidas e fazer reclamações.

Rappi

Diferente dos demais aplicativos, o Rappi oferece mais opções em relação as suas entregas, ou seja, o aplicativo não restringe apenas a entregas de comidas, mas a qualquer item que caiba na mala do entregador, desde itens de supermercados, padarias, remédios entre outros.

Além de atender pessoas físicas, o Rappi atende a corporações caso haja necessidade de entregas ou buscas de documentos, por exemplo.

Diferente do iFood a plataforma do Rappi oferece apenas as formas de pagamento em cartão de crédito, cartão de débito, PayPal e dinheiro, algumas dessas opções podem variar de acordo com o estabelecimento, como também, sua abrangência nas capitais do país é inferior.

É sempre bom acompanhar a redes sócias do aplicativo, lá eles também costumam disponibilizar cupons bem atrativos para o consumidor.

Como é definido o piso salarial? Veja o das principais profissões

Quem está no mercado de trabalho, já deve ter ouvido falar no termo “piso salarial”. Este recurso é muito importante par os trabalhadores e influencia bastante na definição da carreira. Você sabe o porquê? Leia o texto a seguir e entenda como é definido o piso salarial e alguns exemplos para as áreas mais comentadas:

O que é o Piso Salarial?

A remuneração básica é um dos direitos mais importantes do trabalhador brasileiro e por isso, é válido entender que o piso salarial 2020 estará sendo influenciado por esse valor base.

Você já deve ter notado como as profissões podem ter uma valorização diferente no mercado de acordo com a sua demanda em determinada cidades.

Para estabelecer melhor essa variação e para criar uma base justa para a remuneração dos profissionais de cada área, é utilizado o piso salarial.

O piso define uma média de remuneração para cada profissão, levando em conta aspectos como a carga acadêmica, a atuação no mercado, o status, entre outros exemplos.

Qual a diferença do Salário Mínimo?

Muita gente acaba confundindo os dois termos, mas vale lembrar que estes são recursos bem diferentes. Como você pôde conferir acima, o piso salarial é uma base para remuneração de diferentes profissionais, o que não ocorre para o salário mínimo.

O salário mínimo será justamente a remuneração básica determinada para toda e qualquer função do mercado. Este cálculo é realizado anualmente, levando em consideração a economia do país.

Isto quer dizer que o valor do salário mínimo 2020 será calculado e estabelecido pelos responsáveis, e a previsão é que seja superior ao salário de 2019.

Este é um dos direitos trabalhistas mais importantes para os  brasileiros, pois garante que o mesmo estará recebendo um valor mínimo previsto por lei pelos seus serviços.

Como o piso é definido?

Você sabia que nem todas as profissões possuem um piso salarial? Isso se dá justamente devido aos fatores mencionados, como nível acadêmico e a valorização do profissional na indústria.

O piso salarial é definido a partir de estudos e pesquisas elaboradas por uma convenção coletiva responsável por algumas negociações do trabalho.

Quando o piso salarial vai passar por algum reajuste, esta comissão também deve se reunir novamente para debater as mudanças. Depois, é estabelecido uma data-base para que as definições do reajuste passem a ser aplicadas.

Apesar das variações mencionadas, é válido mencionar que dentro de uma mesma empresa o piso salarial deve ser mantido igual para todos os funcionários.

Trabalhar como freelancer vale a pena? Entenda

Você já ouviu falar na categoria de trabalho chamada freelancer? Como o próprio nome indica, esse é um tipo de serviço mais leve, sem vínculo empregatício com a empresa e podendo ser uma ótima opção para quem quer um dinheiro extra.

Os “freelas”, como também são chamados, não têm acesso aos direitos trabalhistas. Por isso, muita gente se pergunta se vale mesmo a pena trabalhar na função.

Bem, assim como todas as categorias de emprego, o serviço freelancer vai possuir algumas vantagens e desvantagens.

Vantagens

O serviço de freelancer oferece diversas vantagens bastante atrativas para o trabalhador, começando pela flexibilidade de serviço prestado. Com esse tipo de encargo, o contratado deve prestar um serviço em determinado tempo, mas ele decide se irá atender ao pedido ou não, ou seja, se vai aceitar o trabalho naquele momento.

Uma outra vantagem que você precisa conhecer é a opção de escolher quando você vai trabalhar. Você mesmo pode fazer os seus horários! Muitos freelancers trabalham regulamente durante a semana e pegam serviço extra parra o fim de semana com as empresas que contratam freela.

Como foi mencionado anteriormente, esta categoria de emprego não promove vínculo empregatício entre o contratado e a empresa. O que quer dizer que você não é descontado pelas taxas de serviço do INSS. Você recebe integralmente pelo seu serviço, ou seja, tem acesso ao seu pagamento em valor bruto.

Desvantagens

Ao mesmo tempo em que não possuir vínculo empregatício com a empresa pode ser uma vantagem, também pode ser um aspecto de desvantagem, quando pensamos nos direitos trabalhistas. Você irá receber pelo seu serviço integralmente, mas não terá acesso aos benefícios proporcionados pela Previdência, como o seguro desemprego e a aposentadoria.

Outros direitos como o auxílio-doença, FGTS e o abono salarial também ficam inviáveis, mas esses benefícios não são a única privação do serviço. Isto porque, a experiência como freelancer terá um peso menos impactantes no seu currículo, uma vez que não irá contar com a carteira assinada.

Como você conferiu, existem pontos positivos e negativos para quem quer atuar como freela, que irão depender diretamente dos seus objetivos profissionais. Se você está buscando estabilidade e carreira, esta pode não ser a opção mais vantajosa para você. Mas se você está em busca de uma renda extra, mais tempo livre para focar nos seus projetos e começar a trabalhar logo, aposte na vaga!